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Análises

Mulheres representam mais de 30% dos apostadores ativos no Brasil

Boost Company10 fev, 20265 min de leitura
Mulheres representam mais de 30% dos apostadores ativos no Brasil

Dados divulgados pelo Ministério da Fazenda, entre janeiro e setembro de 2025, dão conta que há 25 milhões de apostadores ativos no Brasil, conforme contabilizado no sistema oficial. Segundo a pasta, 68,3% dos apostadores são homes, enquanto 31,7% são mulheres, com o público feminino representando quase um terço desta fatia.

Esse número rompe com o estereótipo histórico de que apostas seriam um território predominantemente masculino e sinaliza uma mudança no perfil de consumo digital feminino. Mais do que adesão, ele indica normalização: mulheres passam a enxergar apostas e jogos online como entretenimento legítimo, integrado ao ecossistema digital que já consomem em outros segmentos, como fintechs, e-commerce e streaming.

Para o mercado de iGaming, esse dado simboliza uma oportunidade e uma responsabilidade. O crescimento da participação feminina reforça plataformas mais inclusivas e experiências que respeitem diferentes motivações de uso. Em um ambiente regulado, esse avanço também reforça a importância de confiança, segurança e transparência, valores que tendem a acelerar ainda mais a participação feminina e elevar o nível de maturidade do iGaming como um todo.

Um exemplo na Boost Company

Mayara, conhecida no mundo do iGaming como 'Tipster Mayara', faz parte do Marketplace de parceiros da AFFBR (Boost Company). Ela chegou a comentar para o Blog como tem sido essa parceria e o suporte que tem recebido.

Tipster especialista em NBA, ela conversou novamente com a Affiliates e ressaltou como o simbolismo de sua presença no iGaming pode inspirar outras mulheres a também fazerem parte deste nicho.

"Ser uma mulher no iGaming, num mercado onde a maioria dos experts ainda são homens, vai muito além de resultado ou números. É sobre mostrar que lugar de mulher também é aqui, analisando, decidindo, liderando e vivendo disso com autoridade.

Se a minha trajetória servir pra que outra mulher perceba que não precisa se moldar, se diminuir ou pedir licença pra ocupar esse espaço, então já valeu a pena. Eu não entrei pra competir com homens, eu entrei pra construir o meu lugar, do meu jeito, com leitura, estudo, responsabilidade e consistência", disse Mayara.

mulheres representam 30% dos apostadores ativos no Brasil

Mayara, em uma de suas viagens, assistindo a um jogo da UEFA Champions League

Influência e representatividade

"E sim, eu acredito muito que representatividade importa. Quando uma mulher vê outra mulher sendo levada a sério, errando, acertando, evoluindo e prosperando nesse mercado, ela entende que também é possível pra ela.

O iGaming não precisa de mais personagens. Precisa de pessoas reais, competentes e responsáveis. E se eu puder ser referência à outras mulheres que acreditam nisso e vão além, eu abraço essa missão com orgulho", completou Mayara.

O que isso nos deixa de reflexão?

Em síntese, os dados oficiais e o relato de Mayara convergem para a mesma leitura estratégica: a presença feminina no iGaming brasileiro deixou de ser exceção e passou a ser sinal de maturidade do mercado. Quando quase um terço dos apostadores são mulheres, e quando essas mulheres ocupam também posições de análise, influência e geração de valor, como no ecossistema da Boost Company, o setor é forçado a evoluir em linguagem, produto, responsabilidade e visão de longo prazo. Representatividade, nesse contexto, não é discurso; é vetor de confiança, profissionalização e expansão sustentável. O avanço feminino no iGaming não apenas amplia o público, mas eleva o nível do mercado como um todo, ajudando todos os seus agentes a tomarem decisões melhores.

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